Mais de 3 meses da parte 15, então, bora para a parte 16 dessa série vitalícia (Relembrando).
ACONTECIMENTOS
20/02/26: Aniversário do meu irmão Samuel! Que Deus continue o abençoando, com muita saúde, paz, felicidades e sucesso. Na parte da tarde, mamãe encontrou meu pai, que deu presente para ela entregar pro Samuel. Era uma camisa e uma bermuda do Cruzeiro. A camisa Samuel não quis, e me deu. É um uniforme alternativo do Cruzeiro, com número e nome do Kaio Jorge. A bermuda ele quis. E por volta de 17h20, saímos na rua para buscar o bolo, os salgados e os doces. Enquanto esperávamos para atravessar, um carro da direita parou, respeitando a faixa. Na nossa esquerda, um carro também vinha. Como não sabíamos se ia parar, não atravessamos imediatamente. Como parecia estar vindo devagar, minha mãe ia começar a atravessar. Nisso, o carro quase atropelou ela, que foi puxada por Samuel. O carro então, freou bruscamente em cima da faixa. Seguimos então, com nossa travessia, enquanto Samuel disse: "OU!". O motorista, um velho caquético, respondeu: "Com essa moleza toda pra atravessar também!". Respondemos: "Estamos na faixa!". Eu disse apontando pra baixo. Ele retrucou algo que não entendi, e como estava irritado com a situação, respondi duas coisas: "Vai aprender a dirigir!" E "Vagabundo!". Mamãe falou que não precisávamos ter ficado tão exaltados, mas não tem como. Ele poderia ter causado um problema sérissimo pra pessoa mais importante de nossas vidas. Ela falou que poderia ser uma pessoa ruim, bandido. Mas respondi: "um velho? É perigoso de bater um sopro nele e ele cair duro pra trás". Enfim, seguimos nosso caminho, passando pela rua do bicão e seguindo pra rua sem saída. Nela, a moça nos atendeu e nos deu o que precisávamos para a festa do meu irmão. Na hora de atravessar de volta, foi mais tranquilo, apesar do classico desrespeito dos motoristas pela faixa. O importante é que chegamos sãos e salvos em casa, e aproveitamos a festa só nós três.
21/02/26: Na parte da noite, eu e Samuel jogamos um jogo que ele viu no tik tok. Está nas Aleatoriedades, e é um jogo onde se joga um dado e avança peças, podendo pegar atalho (escada e andar mais passos) ou se dar mal (cobra volta pro outro lado e voltar passos). Foi bem divertido, e parecia que nunca ia acabar. Mas após uns 20 minutos jogando, eu dei a sorte de pegar a escada e chegar perto do final. Samuel também chegou, mas como eu sorteei primeiro, venci. Isso porque tive a extrema sorte que faltava em momentos anteriores: saiu o número correto. 3, o suficiente pra chegar a linha de chegada sem estourar o necessário ou tirar menos e ter que voltar pra trás. Foi muito divertido!
23/02/26: Estou fazendo uma Light Novel chamada Legends World. Estou levando bem a sério, pois quando era mangá, estava bem resumido e com apenas 8 capítulos. Agora, estou fazendo em formato livro, e no momento, tem mais de 130 páginas. Muito em breve, a história ficará pronta e preparei o livro pra venda. Afinal, está ficando bem profissional e com potencial de sucesso. Veremos como isso vai desenrolar. Lancei alguns capítulos no Wattpad também, 12 no total. Mas não tá tendo muita repercussão. A esperança maior é comercializar mesmo!
25/02/26: Minha mãe fez uma boa ação hoje. Ela tava conversando com uma das entrevistadas para trabalhar na minha empresa. Ela veio a pé de um lugar longe até ali. Ela teria que fazer isso de novo na volta, porém, mamãe foi incrível: pegou ônibus petrovale, pagou a passagem dela e da moça. Mesmo sem conhecer, mamãe fez o bem. Ela é uma mulher de Deus mesmo, isso é fato! Que Deus continue abençoando grandemente a mamãe, e a moça também é claro.
28/02/26: Semana tranquila, pouco estresse e finalmente o último dia de fevereiro e o último antes da minha folga. Porém, o que era uma semana sem estresse e situações perigosas, se tornou estressante bem no cruzamento entre minha casa e a padaria top pão. Eu desci pelo morro do Neemias, cheguei na maciota no pare. Vi que tinha uma motoqueira pronta pra sair pela esquerda, mas como eu estava em certa velocidade, passei na frente. Então, no pare, acabei indo pra frente de mais. Atrapalhei levemente quem vinha na rua esquerda, o que fez eu soltar a embreagem pro carro descer um pouco. Comecei a ouvir buzina, mas não tinha percebido que era pra mim. Soltei o freio novamente, e a buzina ficou ainda mais alta. Parei de vez, e um homem veio na janela me alertar: "Olha a motoqueira aí trás amigão". Aí eu olhei, mas nem dava pra ver direito. A motoqueira passou pela direita e nem olhou pro lado. Menos mal, porque achei que ia xingar ou algo assim, mas ela também estava errada. E sabia disso. Pois como fica no ponto cego assim? No retrovisor central nem tava dando pra perceber, e no direito nem vi. Enfim, graças a Deus não aconteceu algo pior, mas passou perto e me deixou nervoso (nos dois sentidos) e pensativo. Acabei indo antes do que seria confiável, deixei o carro morrer após estacionar (esqueci de por no neutro) e ainda esqueci de trancar o carro (mamãe ao chegar em casa com Samuel 17h e pouca falou). Fiquei um bom tempo no carro antes de sair. Pelo retrovisor, via pessoas encarando, com cara feia. É foda essas coisas, porque a gente começa a ser mal visto no bairro. Mas enfim, vida que segue. É levar como aprendizado pra eu ficar mais esperto nesse trecho, ou então mudar a rota e passar pelo morrão da Magalhães.
02/03/26: Meu livro está oficialmente finalizado. Legends World tem 372 páginas, e a versão completa já está a venda no Clube de Autores e UIClap. No Kindle e na Google Play Livros, ainda resta aprovação. Encomendei a versão física para mim por 47,99. Se eu tivesse pegado vários ficaria mais barato, mas demoraria mais e eu nem saberia como vender tudo. Então, estou ansioso para que chegue aqui em casa pra ver como ficou. E também a reação da mamãe e Samuel, que provavelmente não esperariam tal coisa kkkk.
03/03/26: Dia bem cheio. Sai atradado do serviço porque garrei, e o trânsito estava bem cheio pra piorar. Passei na rua da igreja do pastor Custódio, onde fica também, o mecânico Jorge. Papai falou pra eu passar lá, e após um tempo esperando sem ver meu pai lá, bati no portão do Jorge. Troquei ideia com ele, e ele falou pra passar lá no dia seguinte, e levar o aditivo e o limpa radiador. Porém, quando eu lá ia embora, papai surgiu. Bêbado como sempre, mas pelo menos teve utilidade: subimos e fomos pra região da borracharia Ebenezer, e aí, virei na rua descida. Deixei o carro bem na borda, e um tal de Roberto estava lá e olhou o meu carro. Viu que o suporte estava quebrado, mas falou que não era perigoso. Também olhou outras coisas, e tirou um papelão que estava tampando algo ali. Ele disse que aquilo poderia pegar fogo, e era um milagre não ter acontecido ainda. Ficou resolvido que sem ser nessa segunda-feira, na outra, levarei o carro pra ele arrumar. Ele está bem ocupado, por isso, terei que ficar na fila. Na volta pra casa, desci esse morro, virei a direita e parei na rua que passo pra ir pra região da quadra. Subi o morro dali, mas parei no controle de embreagem por conta da faixa de pedestres. O motoqueiro que estava atrás, achou ruim, e passou balançando a cabeça. Me exaltei e gritei: "FAIXA DE PEDRESTES! FAIXA DE PEDESTRES!". Parei lá em cima na associação, e me despedi do meu pai. Desci os outros morros e fiz conversão a esquerda, chegando a minha casa por volta de 18h10.
04/03/26: Lancei oficialmente, meu PES 2026 SULAMERICANO V2. Espero que pegue hype como sempre, e que curtam o meu jogo. Também vou jogar um bocado porque eu mereço me divertir depois de tanto trabalho!
09/03/26: Nessa segunda-feira, fui junto com papai, pro mecânico. Era 15h10 quando sai do portão e encontrei com ele. Ele foi dirigindo, e estava meio bêbado e dirigindo igual lesma e ao mesmo tempo, igual doido. Chegamos no canal, e o cara falou que só daria pra mexer no dia seguinte. Então, demos ré, e quase que o papai pegou a motoca. Ela foi imprudente, pois não custava nada esperar o papai terminar a manobra. Aí paramos no ponto do lado do posto do canal, e demos carona pro pai do Wesley (Amarildo). Ele desceu no ponto da Magalhães, e viramos a direita pra chegar na rua do Jorge. Lá, Jorge foi junto com nós dois dar uma volta no quarteirão. Deu pra ouvir os barulhos, mas bem sutis. No meio da volta, papai foi fazendo conversão no meio do morro, e quase pegou uma fiorino. O cara ficou puto e buzinou. No fim da volta no quarteirão, o mesmo cara da fiorino estava estacionando, e papai cumprimentou ele. Mas o cara não gostou, e nem respondeu. Finalizada a volta, papai colocou o carro na oficina do Jorge, que já tinha alguns carros pra mexer. O problema realmente é suporte, e talvez a homocinetica também. Espero que não demore. Após isso, fomos pro ponto do Arrastão, e lá, vi minha colega de trabalho Viviane (tia do Victor Hugo). Também vi do outro lado, Marcão (amigo da grota em 2019, muito tempo que não o via). Apareceu um velho amigo do papai, que ficou dando conselhos de faculdade e etc. Após longo período esperando e aguentando os assuntos infinitos do papai, peguei o ônibus. 1025, e desci na baixada. Cheguei em casa era 16:42. Agora o que resta é aguardar.
10/03/26: Situação complicada na volta do serviço. Eu ia pegar Uber, mas meu pai mandou mensagem falando que tava vindo. Lamentavelmente, ele veio no meu Corsa. E não era porque tava pronto, era porque ele deu treta com Jorge e me buscou nele. Tava bebado obviamente, e dirigindo igual louco. Forçando a primeira marcha, quase fundindo o motor. Como o carro é meu, dava até agonia isso. Ele raramente tava pondo terceira marcha, atrasando o trânsito atrás. Na ponte, ele simplesmente parou na entrada dela e ficou mandando os veículos vir. O de trás, começou a buzinar, e mais a frente, cortou o papai (que achou ruim mesmo andando igual doido e tartaruga). Ainda passamos na rua da Atual, no morro da baixada (onde um ônibus cortou ele de tão lento que tava). Desceu o morro de segunda (devagar pra poha) e na hora do conversão... Garrou quem tava atrás ao conversar com gente na direita. Os caras até falaram pra ele ir por causa disso. Começou a fazer a conversão e o cara não ia parar. Papai acabou forçando ele a isso já que estava com metade do carro pra esquerda. Enfim, cheguei em casa são e salvo apesar da experiência terrível e amedrontadora. Mamãe saiu da escola pouco após chegarmos, e viu a situação. Sai do carro, me despedi dele e fui com mamãe pra casa. Só espero que agora... Ele deixe o carro ser consertado. E se andar no meu Corsa... Que ele não destrua ele.
Atualização: mudando de assunto, meu Legends World está disponível em todas as plataformas de livros possíveis. O da UICLAP vai chegar na minha casa em breve. Foi expedido em 9/3. E no Wattpad, fiz a história de futebol Ultra Quinze completa com outro nome: Talentosos. Primeira saga: Em Busca do Sonho. 29 capítulos contando prólogo e epílogo. E é isso aí!
12 de Março: A semana inteira aturando o papai. Ontem, ele veio com um amigo uber chamado Wellington, me buscar. Meu pai estava extremamente bêbado e falando abobrinha, como que esse Wellington é viado, e sei lá mais o quê. Wellington falou que papai foi pego com um traveco na época de acessor do Parreira em 2020. Se é verdade não sei, mas não duvido. Após aguentar isso tudo, me deixaram em frente ao José Wanderley. Hoje, quinta-feira, a mesma coisa. Tive que ir com eles de novo, frustrando minhas expectativas de o carro ficar pronto. Dessa vez, meu pai estava menos alterado, mas ainda falando besteiras junto a esse Wellington. Me deixaram mais uma vez no José Wanderley. Mas agora a parte boa do dia: o presente de aniversário da mamãe chegou antes do esperado. Era previsto para 13/3 ou até 16/3, mas entregaram hoje às 10h. Acabou que não deu pra ser surpresa, pois mamãe chegou em casa e viu que era uma centrífuga (escrito de todo tamanho na caixa). Achei que estava embrulhada e toda preta, mas não era o caso. Enfim, falei pra mamãe que era o presente de aniversário adiantado dela, e ela questionou o preço. Eu não queria falar, mas no papel que estava em cima da caixa, estava dizendo e mamãe viu. 600 e cacetada, ela achou caro, mas falei que com garantia estendida, ficaria ainda mais: 700 e sei lá quanto. Enfim, é isso por hoje.
15/3/26: Aniversário da pessoa mais importante da minha vida. Minha mãe. Parabéns pelos 54 anos! Que Deus continue abençoando grandemente a senhora, com muita saúde, paz, prosperidade e felicidade! Te amo!
17/3/26: Hoje, foi um dia tranquilo. Tirando que após uma semana sem dirigir, cometi erros um pouco amadores: deixar o carro voltar em vez de controlar na embreagem (aparentemente não entrou a marcha e achei que tinha entrado) e o carro morreu durante a curva. Mas ambos, foi bem no início do caminho. E na parte da tarde/noite, papai apareceu na baixada pra buscar o Samuel para resolver um problema antigo. Tratava-se de trocar o CPF do chip pro Samuel. Para evitar possível treta e desgaste (dada a conturbada relação de Samuel e papai), fui junto. E o motorista era aquele cara de novo: Wellington. Como sempre, meu pai estava alterado e falando pelos cotovelos. As mesmas brincadeiras e falas suspeitas de dias antes, foram ouvidas por Samuel também. Após um tempo, chegamos no centro de Ibirité, descemos e atravessamos uma faixa. Lá estávamos na Vivo. E cara, foi uma vergonha alheia danada. Papai falando abobrinha, claramente bêbado ou drogado (talvez os dois) e todo mundo nos olhando. A moça que nos atendeu claramente estava desconfortável. Mas o importante é que o problema do Samuel foi resolvido. Aí saímos de lá, descemos e em cada esquina, papai cumprimentava alguém. Perto da curva da igreja católica, um senhor da igreja Universal nos deu jornais e trocou ideia com papai. E antes de irmos, nos convidou pra igreja de lá. Poderíamos até ir, mas seria muito longe. Então, já na rua da igreja (e mais a frente as ruas dos exames que fiz na autoescola), parecia que Wellington havia nos abandonado. Então, repentinamente ele surge, e aí entramos e seguimos viagem. Chegamos em casa por volta de 18h15. E hoje, lancei meu segundo livro no Play Livros: Vindictive Brothers.
20/3/26: Foi uma bagunça no meu serviço hoje. Eu nem fui de carro, pois sabia que não teria lugar pra colocar o carro. Lula apareceu lá por volta de 12h, almoçou lá mas do lado fechado (devolução 2). Um monte de puxa-saco foi também, tendo assim, mais de 2 mil pessoas passando pra almoçar. Era tanta gente, que mesmo quando era 15h, ainda tinha gente almoçando e indo almoçar. Ainda nesse horário, Lula passou bem perto da janela do lado direito da devolução 1. Um monte de gente gritou, tirou foto e viu o Lula. Quando eu fui, vi só a careca dele e ele entrando no carro. Enfim, apesar de eu odiar o Lula, é interessante ver alguém tão importante (presidente) de perto.
22/3/26: 7h25 da manhã de hoje, acordei de um sonho doido. Eu tava num lugar com andares, sozinho em um andar específico, mas a Carioca que trabalha comigo, foi lá conversar comigo. Após isso, o sonho muda e Samuel está dirigindo e eu de passageiro. Mamãe atrás com o papai, que tava doidão como sempre. Virando a rua do Robson, dois carros passavam e começaram a buzinar por conta do papai estar com o corpo quase totalmente fora do carro. Em determinado momento, papai desce pra tirar satisfação. Por conta do desentendimento, alguém saiu do carro e pegou meu pai pelas costas. Já tínhamos nós 3 saído do nosso carro, e vimos aquela cena horrível e violenta diante dos nossos olhos. O agressor, fugiu. Nós ficamos ali, chorando agoniados e desesperados. Ele estava quase morto no chão. Foi então... Que eu acordei do sonho. Bem bizarro e amedrontador, mas se Deus quiser, é apenas um sonho. Nada de mal presságio nem nada.
25/3/26: Finalmente, meu livro físico chegou. Paguei por ele lá no início de março, e tinha previsão de entrega ontem. Chegou apenas hoje, mas antes tarde que nunca. Ficou bem legal, as páginas certinhas, livro pesadinho e espesso por conta da quantidade de páginas... Só não gostei que colocaram Uiclap no meio do título, sendo que pedi pra por na direita. Mas enfim, top de mais. Está nas Aleatoriedades os registros dele.
26/3/26: Indo para a REGAP trabalhar, tudo corria bem, como qualquer outro dia. Mas infelizmente, bem na hora de estacionar, me ferrei. Passei na segunda pista, foi quando então, dando seta pra esquerda, um motoqueiro imbecil passou bem ali. Acabou que quando iniciei a conversão, minha frente resvalou na roda dianteira dele. Por sorte, não aconteceu um acidente grave, mas fiquei bem irritado e estressado. Dei uma leve ré, e pensei em sair do carro pra resolver. Mas mamãe impediu, e realmente, não tinha necessidade. O motoqueiro parou um pouco a frente, mas estava esperando alguém (outro motoqueiro). Fiz a conversão de fato, e como estava nervoso e com cabeça quente, subi no meio fio durante isso. Estacionei finalmente, e o motoqueiro seguiu sua vida. Mas é osso, pois mais um ou dois segundos antes que eu realizasse a manobra, teria acontecido algo sérissimo. Graças a Deus, não aconteceu. Mas vou ficar o dia inteiro pensando nisso agora. Atualização: foi só isso mesmo, o resto do dia graças a Deus, correu bem.
29/3/26: Nesse domingo, começou a chover e Samuel estava sem guarda-chuva. Ele foi trabalhar, e como estava ensolarado, nem tinha cara de chuva. Fui buscar ele, e mamãe veio junto. Graças a Deus, fomos e voltamos em segurança e paz. Glória a Deus por isso!
4/4/26: Nesse sábado, um momento de desatenção minha quase resultou em um acidente considerável. Eu seguia atrás de um caminhão com botijão desde a Tysenkrupp. Como não consegui passar, segui atrás. Um ônibus colou na minha traseira e pra piorar, o corsa estava estranhamente fraco. Chegando onde fica o local que vende pastel e cana, além de abacaxi, aconteceu o incidente. O caminhão sem aviso prévio, começou a diminuir a velocidade e frear. Não deu seta, e como eu vinha em certa velocidade e o ônibus grudava em mim, tentei cortar direto. Porém, um cara que também estava errado, vinha cortando não só o ônibus, como também tentava me cortar e cortar o caminhão. Nisso, não pude parar, o que forçou o cara do carro a brecar e eu fui a frente. Pareando o carro, ele olhou pra mim e fez o gesto de visão, dizendo: "cuidado aí, atenção!". Fiquei puto apesar dele ter sido bem de boa, e mandei tomar no cool. Mas não na cara dele, foi logo após ele me passar. Enfim, essa situação foi ainda mais perigosa que a do motoqueiro naquela quinta-feira. Por isso tem que olhar a todo momento o retrovisor...
7/4/26: Nessa terça-feira, fui fazer o exame marcado pela minha empresa. Eu e mamãe acordamos 5h e pouca, e às 6h25, saímos pro ponto. Tava cheio, e tinha uma moça 12x36 que trabalha comigo lá. Não sabia que era morava no bairro, tem muita gente que trabalha lá e mora perto de mim (ela, Cláudia, Viviane, Elaine... Só do que eu sei em!). Enfim, pegamos o 1620, e todo mundo foi nele. E o pior é que o ônibus já tava meio cheio. Sentei do lado de uma moça de meia-idade, e a mamãe do lado de um senhor. Com o tempo, o ônibus foi lotando, tornando bem difícil nossa passagem para a porta quando chegamos na Petrobrás. Após descer, mamãe ficou do lado de fora esperando, e eu, fui lá pra dentro. Tinha muita gente entrando e saindo, tanto de carro quanto a pé. Passei a moça que veio no ônibus, e logo a frente, passei a Regi (gente boa d+, me cumprimentou e respondi de volta). Após chegar no vestiário, vi dois caras que nunca vi antes, e coloquei minha mochila dentro do meu armário. Sai ao mesmo tempo que eles, e tinha uma moça negra que não conheço que também tava indo embora naquele horário. No caminho de volta pra portaria, vi o Valdinei (cozinheiro lá ele com cabelo dreadlocks), que provavelmente me viu mas não cumprimentou, e também vi o Marco Aurélio chegando. Mas antes de ver o Marco, fui atravessar a faixa, e a motorista desatenta, conversava com alguém e avançou o ônibus. Como vi que ela não ia parar, recuei pra trás, batendo palmas pra ela entender a situação. Ela olhou assustada e buzinou. Fiquei puto e passei por outras pessoas atravessando, falando: "Tá cega poha?". Aí sim, após finalizar a travessia, vi o Marco, que disse: "Quase que a mulher te atropelou em Paulo?". Só fiz o gesto de incrédulo (🤷). Voltando pra minha mãe, pegamos um Uber até o centro de Betim. Era 7h10 quando pegamos, e o motorista foi tão ligeiro que chegamos bem a tempo: 7h25. Relembrei como era, e fiz os exames: primeiro laboratório (fezes, urina e sangue), depois audiometria e por último, consulta. Foi tudo bem rápido, e às 8h30, já tinhamos terminado. Aproveitamos pra lanchar no mesmo lugar da minha admissão, mas o dono do local agora era outro cara (mais jovem). Comi um hambúrguer com suco de laranja, e mamãe não quis nada. Após isso, saímos e atravessamos faixas, sentando na sombra, olhando os semáforos e carros e conversando. Após dar 9h e pouca, atravessamos de volta pra Rua Felipe dos Santos, e chamamos Uber. Pegamos, e 9h35, estávamos na REGAP. Horário normal, por isso, entrei e me despedi da mamãe. No serviço, trabalhei pra cachorro: fui levar marmita, depois fui pra devolução (pediram pra ir pra lá mas eu ia pro paneleiro), aí fui estender as bandejas da Devolução 1 (bandeja pra kct) e por fim, sequei um pouco de prato. Só então, fui perceber a hora: me perguntaram se eu ia fazer hora extra, aí perguntei porquê. Paloma me respondeu: "Já é mais de 16h". Aí larguei tudo, fui bater ponto 16h10 e fui embora. Como ainda tô sem carro (tá no Jorge desde sábado, problema no trambulador, bateria e acelerador), fui de Uber mais uma vez. Cheguei na rua e encontrei com mamãe, entrando em casa às 16h55.
ALEATORIEDADES
https://youtube.com/shorts/2cLR4Ikpn84?si=BxJondHzhcZjTlcA
FOTOS





























































































































































































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