Pular para o conteúdo principal

Relembrando Pt.15

 Quase 4 meses do último, então, bora para mais um RELEMBRANDO.


ACONTECIMENTOS

7 de Novembro: Hoje no trânsito, foi tenso. Na ida, enquanto eu subia o morro, um caminhão preparava pra sair. Buzinei pra ele parar e eu passar, mas ao invés disso, ele entrou de vez na frente. No susto, deixei o carro morrer, e tive que descer de ré. O cara se desculpou comigo por isso, e segui caminho. Trânsito tava lotado, tive que ir atrás de um monte de caminhão. Ao ir embora, tinha um carro com pisca alerta bem na curva. Nisso, vi que o veículo da frente foi cortar, e fui na dele. Porém, quase bati de frente com uma moto, sorte que deu tempo de eu voltar pra minha faixa, porém, o cara da moto gritou alguma coisa comigo. Não entendi o que ele disse, apenas segui meu caminho. Mais a frente, perto da rotatória, vários motoqueiros foram imprudentes, pois era uma descida sem visão, e mesmo assim, foram pra minha faixa. Tive que quase jogar o carro pra fora da rua, de tanto que tive que colar pra direita. Enfim, graças a Deus, cheguei em segurança em casa. E nela, papai estava arrumando a mala pra ir pra praia em Guarapari. Estava levemente bêbado, e me mostrou que ia tacar fora a arma colocando ela na bagagem. Também me mostrou como eu teria que cuidar dos cachorros na ausência dele, e me deu dois álbuns de fotos de quando eu e Samuel éramos crianças. Isso pra eu mostrar pro Samuel, que segundo ele, está se afastando dele. Outra coisa interessante de hoje, foi que eu e Samuel juntamos nossos dinheiros guardados e compramos o S24 pra mamãe. Apareceu uma oferta muito boa por 2.604, dei 1300 e samuel completou o restante. E por hoje é isso!

8 de Novembro: Tudo tranquilo, tirando o fato que tranquei o carro com a chave dentro no estacionamento, o que fez com que mamãe me encontrasse as 16h e pouca e me ajudasse a entrar pelo porta-malas, que estava aberto. Se não bastasse isso, indo embora, um cara foi tentando enfiar o carro na minha frente na saída do posto de gasolina. Não deixei e fui direto, e aí, esse cara começou com a infantilidade de colar na minha traseira e tentar me ultrapassar de todo jeito (mesmo o trânsito estando cheio). Em determinado momento, cansei e dei seta pra direita e reduzi pra ele passar, mas não o fez. Então, pisei fundo e dei uma bela afastada dele. Mas nada adiantou, pois na rotatória voltou a colar na traseira e seguiu o mesmo trajeto que eu. Até fiquei um pouco assustado achando que ele estava me perseguindo (o que não é improvável), mas perto do morrão antes da borracharia, eu fui indo devagar e ele finalmente, ultrapassou. Nisso, ele quase deu de cara com um ônibus, desviando bruscamente pra direita ao iniciar a subida do morro. Difícil de mais, é bom dirigir, mas as situações de trânsito irritam. E falando de coisa boa agora, a noite comemos algo diferenciado: hot-dog coreano! Foto dele nas aleatoriedades. E é isso!

9 de Novembro: Depois de muito enrolar, joguei com meu amigo Isaías no DLS. Pensei que ele era muito bom, mas nada de mais: primeira partida, ele veio com reservas e começou ganhando de 1x0. Aos poucos, ele foi pondo titulares e empatou em 1x1 no tempo normal. Na prorrogação, fui feliz: 117 minutos, gol de Lautaro Martínez. Ele vindo pro tudo ou nada, aproveitei um contra-ataque e matei o jogo: 3x1. Na segunda, ele vindo com os titulares e perdeu de novo kkkkk. 3x1 mais uma vez, fora o baile, pois estava 3x0 com eu dominando e ele só diminuiu no final! É, parece que não sou tão ruim assim no DLS!

10 de Novembro: É, acabou a paz. Papai voltou da praia, e de 8h até 14h, não me encheu o saco. Saiu umas 16h, e só voltou a noite. E adivinha? Bêbado como sempre. Começou a ficar de papo furado como de costume e nos forçou a fazer videochamada com nossa tia Dira. Enfim, é complicado, mas enquanto não nos mudarmos, teremos que aturar isso...

13 de Novembro: Não tem jeito. Até estava suportável, mas hoje, papai endoidou com Samuel. Ele tinha acabado de chegar do serviço, e papai pediu pra Samuel ir lá escrever os nomes dos cachorros na coleira. Samuel recusou e falou que tinha acabado de chegar, e papai endoidou falando: "você é ordinário mesmo em? Seu ordinário!". Samuel seguiu retrucando falando que tinha acabado de chegar. Após isso, ele me chamou pra onde fica os cachorros e mediu ali com minha ajuda. Xingou o Samuel na minha frente e aí voltei pra dentro. Na hora de dormir, por volta de 00h, ele começou a xingar muito, falando palavras feias como fdp e dgsrç. Tio Teço e Tio Psiu ligaram pro meu pai tentando dar lição de moral e sermão nele, mas ele seguiu irredutível. Ainda plr cima, desligou na cara deles duas vezes. Ele também falou que amaldiçoava o Samuel, desejando coisas ruins na vida dele. E eu e Samuel, repreendemos em nome de Jesus, de qualquer mal afetar a meu irmão ou a minha família como um todo! Esse cara está perdido, passagem só de ida pro inferno já é garantido pra ele, infelizmente. Mas foi ele que causou tudo isso, pois tínhamos paz e conforto, e ele simplesmente quis destruir isso!

14 de Novembro: Papai voltou a pagar de bonzinho, querendo buscar o Samuel e pediu desculpas por mensagem. Mesmo mamãe falando pra ele não ir buscar o Samuel, ele foi. Porém, Samuel ficou sabendo e pegou o ônibus antes que ele chegasse. E a noite, mandou um vídeo no Tiktok pra nós 3, e era só uma reflexão. Já na minha conta, ele viu meus desenhos de 2022 e comentou em dois, sendo que são coisas antigas já pqp. Mas enfim, tudo tranquilo por enquanto, e segunda-feira, estaremos fora daqui. Isso porque o moço do aluguel está pintando a casa desde quarta, e hoje vai terminar. Vamos esperar secar até segunda, que é o dia que finalmente, encerraremos o pesadelo. (ATUALIZAÇÃO): como de costume, meu pai encapetou depois de 22h. Veio falar abobrinha com a gente no quarto, falando pra ver o status dele no WhatsApp e tal. Especificamente de madrugada, perto de 1h, ele ficou em ligação com um povo suspeito, pois ele repetia: "traz a favela pra cá" e disse também: "chama os bandidos pra conhecer a humilde residência do Vavá". Tô até vendo que amanhã vai ser desagradável ficar aqui em casa, já que ele já tinha dito que ia ter churrasco e um bocado de gente em casa no sábado. Se realmente tudo isso se confirmar, pego a mamãe e nós dois vamos de carro para algum lugar que minimamente, nos dê paz!

17 de Novembro: Bom, seguimos aguentando o inferno do meu pai, e veio só o bêbado do Passin nas duas vezes (sábado e domingo). Hoje era pra finalmente acabar o pesadelo, mas como meu pai não saiu de casa por tempo suficiente, não conseguimos levar as coisas pra nossa nova casa. Pelo menos, a mamãe já fez o contrato, passou pro nome dela as contas de água e luz, e também providenciou camas, que chegarão amanhã. Por falar em amanhã, irei pegar o carro pra ir trabalhar, mas antes, vou junto a mamãe pra levar as coisas pra casa, já que não deu hoje. E aí, vai faltar só mais algumas coisas como: climatizador, televisão, colchão e etc. Vamos aos poucos, botando o pé fora do pesadelo.

18 de Novembro: Hoje eu dirigi pra caralho! Nunca dirigi tanto em qualquer dia na minha vida. Primeiro, fui junto com mamãe levar um monte de coisa pra nossa nova casa. Após, fui junto com ela pra Petrobras. Chegando próximo ao posto, tive que fazer o retorno porque minha mochila com coisas essenciais (carteira, avental, toca e demais acessórios de trabalho, e etc) ficou junto com as coisas que levamos. Voltamos lá, pegamos a mochila, e tentei ir o mais rápido que dava, mas o trânsito seguia garrado. Acabei batendo ponto tarde: 10h20, mas, fazer o quê né? E no serviço, tinha gente fazendo greve do lado de fora da Petrobrás e pouca gente almoçando no restaurante. Isso fez que acabassemos bem cedo os nossos trabalhos: 14h56, e aí, fomos liberados pra ir embora. Conversei com o segurança gente fina e falei um bocado de coisas sobre o que está acontecendo com meu pai e minha família, e aí, peguei o carro e cheguei em casa. Aproveitando que meu pai não estava em casa, peguei mais um bocado de coisas que a mamãe juntou, pus no carro e fui até o encontro dela na baixada. Era quase 17h quando cheguei e estacionei próximo ao José Wanderley, e junto a mamãe, levamos as coisas que tínhamos que levar. Aí, ficamos um bom tempo esperando as camas chegarem, e até choveu um bocado no processo. Dado 17h30, os caras chegaram. Mamãe os levou até adentro, e após finalizarem o serviço, Samuel chegou ao nosso encontro. Então, dirigi mais uma vez, com a missão de levar em segurança, a minha família. Graças a Deus, consegui concluir com sucesso essa missão, e chegamos em casa sãos e salvos. Agora, falta só chamar carreto pra levar coisas que não iremos conseguir sozinhos, como: fogão, televisão e outras coisas do tipo. Muito provavelmente, até domingo estaremos fora daqui, se Deus quiser!🙏

19 de Novembro: O dia histórico e tão aguardado chegou. Não esperava que fosse hoje, mas foi. No trajeto para eu chegar em casa cedo mais uma vez, vi o papai junto com um cara que parecia o bêbado Passin, e ele me parou e perguntou: "Já?". Aí responsi que tava tendo greve. Após isso seguimos nossos caminhos, e cheguei em casa. Mamãe falou pra deixar o carro na rua. Ao ela chegar, começamos a juntar mais coisas pra ir embora de vez, pois ela tinha agendado um carreto para 17h30. Infelizmente, papai acabou descobrindo ao chegar umas 16h30 lá. Já tinha posicionado o carro inclinado na garagem, e tínhamos posto várias coisas atrás. Ele tentou que tentou, mas fomos irredutíveis quanto as tentativas dele de desistirmos da mudança. No fim, nós todos (até papai e Passin) levamos as coisas pra fora, e levamos ao carreto que tinha dois caras. Após muitas coisas, tudo ficou pronto, e eu e mamãe fomos no meu carro. Samuel teve que ir a pé, já que tinha dois no carreto e nenhum espaço atrás do Corsa. Fui na frente, o carreto me seguiu pois não sabia a localização. Após chegarmos, levamos tudo pra dentro. O cara do carreto até falou com a mamãe que percebeu o motivo de nos mudar, considerando a índole de nosso pai. Após isso, finalmente começamos nossa nova jornada. Organizamos a maior parte das coisas, e saímos mais uma vez porque tínhamos esquecido coisas essenciais como: escovas de dente, sabonete de rosto, shampoos e etc. Foi a primeira vez que dirigi a noite, e chegamos na nossa antiga casa, mamãe e Samuel desceram, enquanto eu, manobrei o carro pra deixar de frente. Ambos entraram em casa, e eu fiquei aguardando. Após um certo período, eles saem pelo portão junto a papai, que berrou que eles não eram pra pisar ali nunca mais. Bom, já que levamos tudo que precisávamos, não há porque retornar ali. Fomos embora, e tive que estacionar do outro lado porque a rua estava muito cheia devido ao culto na igreja que fica perto dali. Saímos, levamos o resto que faltava pra casa e aí, fomos na Padaria comprar algo pra comer (porque estamos sem geladeira e consequentemente, sem jantar). Compramos duas tortas, uma pizza e uma coca zero de 1L. Levamos pra casa, e como também não temos chuveiro, tomamos banho de caneca. Após todos terem tomado banho, comemos o que trouxemos. Assistimos um pequeno episódio de Corpse Party juntos, e após, ficamos em nossos quartos até a hora de dormir. Simplesmente, fazia muito tempo que não tínhamos uma noite de paz e tranquilidade como hoje. Que todos os dias que passaremos nesse aluguel, sejam assim, se Deus quiser! Que Deus nos abençoe nessa nova e desafiadora jornada!

22 de Novembro: Hoje, foi um dia cheio. No serviço fiz um bocado de coisa e até legei lixo pesado pra fora. Saímos levemente mais cedo: 15h35. Após um tempo em casa aguentando foguetes e barulhada dos atleticanos (devido a final da sul-americana), a geladeira finalmente chegou. Era mais de 19h, e por conta da demora, já lá iamos sair. Mas como chegaram, Samuel levou pra dentro junto com o cara, e agora temos geladeira. Após isso, peguei o carro e levei minha família pra casa do Tio Fumaça, que fica no centro de Ibirité. Chegamos umas 20h, e vimos muita gente: tio Fumaça, tia Lisandra, tio Marcelo, tia Cida e sua filha Sara (cresceu pra krl, lelbro dela pequenina em 2017, última vez que a vi), Guilherme, sua neném de poucos meses e sua namorada, e por fim mas não menos importante, João Victor e sua namorada. Foi bacana, pois teve muito papo, interações, televisão e até lanche (pedsco de pizza). Após longo tempo lá, nós despedimos e fomos embora. Andei tendo minhas primeiras experiências dirigindo a noite, o que é bem interessante. Graças a Deus, fomos e voltamos sãos e salvos pra casa. Chegamos em casa às 23h48.

25 de Novembro: Hoje, eu, mamãe e Samuel saímos de carro para a barbearia do Renato. Era 7h40, chegamos por volta de 8h. Tudo corria bem até chegar no morro depois da rotatória do centro de Ibirité. O carro morreu, e em sequência, ficou fraco mesmo de segunda marcha. Andando mais uns quarteirões, resolvi parar. Faltava passar só por mais uma rotatória e chegaríamos na rua do Renato. Liguei o pisca alerta, e fomos a pé até a barbearia. Cortei o cabelo primeiro, e inovei: falei pra deixar maior em cima, e rapar dos lados. Samuel me deu essa ideia há uns tempos atrás, e preciso melhorar minha aparência. Quem sabe o cabelo já me dê um glow up? Enfim, após eu cortar, enquanto Samuel cortava, fui me encontrar com mamãe onde o carro estava. Lá, mamãe falou com papai e descobriu o óleo que precisávamos colocar no carro. Tínhamos olhado o nível ontem e estava baixo, mas não compramos ainda ontem. Então, mamãe foi no posto, e após um tempo esperando no Corsa, mamãe chegou e colocou o óleo. Eu e ela medimos, e estava entre o nível baixo e alto (adequado). Então, Samuel nos ligou, atendi e falei com ele. Ele queria que a mamãe ficasse e eu fosse pro serviço, mas com o carro naquela situação, mamãe preferiu vir comigo, e eu também queria isso. Samuel foi na Rede comprar coisas, e teve que ficar no centro e voltar de ônibus. Eu e mamãe percorremos o caminho de ida até a rua do morro do Neemias, onde dobrei e passei na antiga rua de casa. Subi o morro e segui o caminho clássico pra Petrobras. Graças a Deus, chegamos em segurança lá, e Samuel e mamãe, chegaram em segurança aos seus destinos. Aliás, no serviço, trbalhei pra caralho porque em ambas as devoluções, tinha ninguem secando e acumulou muitos pratos. Sequei com ajuda da Thais e da Cris, um bocado, e antes de ir embora, os pratos da devolução 2 acabaram. Fiquei quebrado, mas agora to descansando kkk. E foi isso, foi um dia bom mas bem cheio kkkk.

28 de Novembro: Ontem, era pra eu ter ido ver meu pai na casa da vovó, mas não deu pra passar lá porque eu já tinha estacionado o carro e perderia a vaga se saísse. Hoje, voltando do serviço, passei lá. Dois quarteirões antes de chegar, avistei a vovó conversando com uma amiga. Dei carona pra ela até a casa, onde parei o carro na rua e entrei junto a ela. Era cerca de 17h, meu pai não estava. Mesmo assim, conversei com minha vó e o tema principal é claro, meu pai. Bebi água gelada e tomei café com leite, Edilson apareceu em determinado momento e falou um bocado de coisas sobre o papai, falando que já chegou a me xingar e xingar Samuel de viado e outras coisas por lá quando tava bêbado. Teve muitos papos envolvendo meu pai entre nós três, e após um tempo, Edilson saiu. Ficou eu e vovó batendo papo, mas falei que minha mãe estava com pressa e eu lá ia embora. Porém, o telefone tocou. Adivinha? Meu pai. Mentiu falando que tava no barreiro resolvendo coisas, mas quando a vovó disse que eu tava na casa dela, ele falou que já tava chegando. Desmascarada a mentira, velhos hábitos do meu pai. Após um tempinho, ele chegou com uma mulher, amiga da vovó. Papai já chegou me dando um abraço forte, e começou a chorar. Eu acabei me emocionando nesses abraços que ganhei dele, afinal de contas, é meu pai. Trocamos uma ideia, ele me mostrou onde tava ficando: o lugar onde moramos entre 2017 e 2020. Depois disso, despedi da vovó e da mulher lá, e eu e meu pai subimos pra ver o que tinha no meu carro. Era esse meu objetivo principal, pois andar sem triângulo, macaco, chave de roda e estepe dá muita, pontos na carteira e até apreensão do veículo. No meu caso, tinha apenas o triângulo, restando o macaco e a chave de roda. Meu pai disse que iria me dar o macaco e a chave amanhã, e espero que dê mesmo, pois eu estava andando no carro com risco de me lascar e nem sabia. Aliás, após eu me despedir do meu pai e descer o morrão, eu passava pela rua quando uma polícia lá ia entrando na minha frente vindo da rua a direita. Eles estavam errados, então acho que não tenho o que temer. E nem daria pra frear, eu já tava passando e em uma velocidade razoável. Dei seta a esquerda, virei a rua de casa e a policia que atrás estava, seguiu direto. Enfim, cheguei em casa era mais ou menos 18h10.

30 de Novembro: Resolvi finalmente, fazer o que eu devia ter feito há muito tempo: bloquear a Gi de todas as redes sociais. Fiz isso, porque além de não estar conversando muito comigo, ela não manda mais fotos de rosto e nem nudes! E nem pede também. Além disso, ela vive pedindo pra eu recarregar pra ela no FF e pedindo pix pra comprar sei lá o quê. Não vou ser tapeado igual o lixo do Jonathan fez. Cansei de dar dinheiro e não receber nada em troca. Agora ela vai aprender que a vida não é um morango, e dinheiro não nasce em árvore. Ela que não deixe de ser vagabunda pra ver, 18 anos e querendo ser sustentada por outros? Ah, vai se fuder! Até nunca mais, pois aquela moça de antes tem razão: ela falou que eu iria achar uma mulher pra ser sustentada, ao contrário dela, que queria construir uma vida junto. Agora terei paz de verdade, e espero que futuramente, apareça uma mulher de respeito, não uma aproveitadora!

2 de Dezembro: O último mês do ano chegou. Esperava tranquilidade e coisas boas, mas foi puro estresse hoje. A começar pela folgada Beatriz, que tava lavando o banheiro num horário inconveniente (16h, hora de ir embora), e tava me apressando pra sair. Depois, indo embora de carro com Gorete, passei por uma situação perigosa e potencialmente fatal, onde eu fui atrás de um caminhão, porém ele abriu a curva pra ir pra esquerda, me confundindo. Isso fez eu ficar atravessado nas faixas esquerda e direita, dei seta pra entrar na direita já que eu tava mais pra lá, mas outro caminhoneiro desgraçado não parou, seguia indo e me forçou a jogar pra esquerda e evitar um desastre. Após isso, esperei um tempo e consegui entrar na faixa. Mais tarde, outra situação de estresse (dessa vez sem Gorete): passei direto pela vaga que deixo, entre uma moto e um carro. Tive que dar a volta já que é mão única, e o carro da minha frente deu seta pra direita. Achei que ele ia entrar na rua do José Wanderley, mas o arrombado parou num lugar totalmente inapropriado, causando congestionamento e buzinas atrás de mim. Tive que esperar o lado de lá esvaziar de carro para enfim, voltar a rua do José Wanderley. Tentei por na vaga e estava demasiado curta, acabei desistindo pra evitar bater em um dos dois veículos. Joguei pra esquerda, e fui de ré até bem atrás, perto da curva. Veio aí, a última situação de estresse: eu dando ré e seta pra direita, e mesmo assim, um motoqueiro imbecil passou atrás do meu carro, forçando eu a parar para não dar B.O. Enfim, consegui estacionar, bem mais atrás que o convencional, mas consegui. Cheguei em casa e até agora tô puto, estressado e com a cabeça doendo. Só tenho a agradecer a Deus pelos livramentos, e que os próximos dias não sejam assim, pelo amor de Jesus Cristo!

6 de Dezembro: Graças a Deus, o resto dos dias foi tranquilo. E hoje, lancei um mod de PES para PPSSPP depois de 6 meses. Espero que pegue hype como sempre, e que o povo que jogar curta o game. Além disso, hoje faz 16 anos da minha formatura no Instituto Oasis em 2009. O tempo voa...

8 de Dezembro: Nessa minha folga, peguei o carro e fui até a borracharia lá em cima, onde infelizmente estava fechada. Esse cara vive fechado, passo cedo, tarde e ele nunca tá aberto. É difícil de mais, apenas andei e gastei gasolina a toa. E de relevante hoje, é só isso aí kkkk.

9 de Dezembro: Mais uma vez, tentei passar na oficina. Estava fechada. Então, tentei ir no posto para usar o calibrador: estragado. Parece que o destino não quer que eu calibre. No serviço, fiz uma morcegada absurda: peguei a cadeira plástica que fica no vestiário, coloquei em um dos boxs com chuveiro elétrico, e fiquei lá, sentado e mexendo no celular por mais de 30 hora. Tinha chegado 11h55 e fiquei até quase 12h25 lá dentro. E quanto ao meu patch, infelizmente flopou. Já deu 3 dias, e ainda nem mil visualizações tem. Está perto, mas demorando de mais, o que indica flop. O vídeo que o cara gravou com essa mesma thumb minha, pegou hype: 2 mil visualizações em dois dias. Enfim, é issaê!

11 de Dezembro: Estresse puro pra ir embora. Na rua pra cruzar e chegar em casa, tinha um carro bem na curva, e bem quando eu ia entrar pra cruzar a via, apareceu um carro entrando de uma vez na rua pela esquerda. Tive que dar ré e jogar pro canto, pro cara passar. Depois, foi uma demora pra passar no meio dos carros ali. Difícil de mais viu, a gente só quer chegar em casa e é esse tipo de coisa que ocorre...

18 de Dezembro: Exatamente uma semana depois do ocorrido acima, aconteceu mais estresse hoje. O dia ia normal, tranquilo. Porém, assim que sai com o carro e entrei no posto, isso mudou. Após por gasolina e sair, fiquei aguardando meu momento de entrar na rua novamente. Porém, tinha muito carro dos dois lados, demorou minha vez. Quando chegou, um caminhão grudou na minha traseira pra sair também, aí eu fui. Porém, o cara que esperava pra converter a esquerda também foi, o que fez eu não pensar direito. Ele jogou mais pra direita, e ao invés de eu parar ou desviar um pouco pra esquerda, acabei jogando pro mesmo lado e acelerei firme pra não deixar ele passar. O cara ficou irritado, e gritou após eu passar: "Você é muito ruim em!". Nem olhei pro lado, apenas olhei no retrovisor após passar. Pareceu que eu simplesmente ignorei, mas enquanto eu dirigia após isso, minha cabeça ficou avoada e parecia refletir isso, mostrando que acabou afetando meu emocional. Cara, já falei muitas vezes e repito: dirigir é legal, mas trânsito é uma merda, e acontece muito de estressar. Não sei se eu tava certo ou errado, só sei que a partir daí, meu dia desandou. Pouco antes da rua pra descer pra quadra, tinha um caminhão parado. O cara da frente foi, mas eu preferi não arriscar. O de trás ficou puto e tentou cortar, mas fiz o sinal de espera. O carro que deu preferência passou, e aí eu fui. Desci olhando pro carro que quase me cortou, uma mulher no volante. Acabou sendo a segunda situação de estresse. A terceira e derradeira aconteceu após eu cruzar tranquilamente a rua pra ir pra casa. Após estacionar o carro, mamãe e eu saímos, e mamãe trancou sem perceber que eu tinha deixado a chave na ignição. Eu também não tinha notado, só percebemos ao mamãe perguntar onde tava a chave. Fomos lá fora olhar e realmente, trancamos o carro com a chave dentro pela terceira ou quarta vez (pqp). Mamãe foi até o chaveiro no meio do morro, e fiquei um bom tempo sentado na calçada do José Wanderley aguardando. Pouco após voltar pra dentro por estar demorando de mais, mamãe manda mensagem falando que tava chegando com o chaveiro na rua. Saí, e o chaveiro já estava resolvendo. Após eu aproximar, a porta abriu e mamãe me deu a chave. Aí, fui em casa pegar o celular pra pagar. Caro pra kct: 80 conto, totalizando 120 reais gastos hoje (40 da gasolina). Dia bom e tranquilo, que se tornou ruim e estressante. Só Deus na causa. Eu orei a Deus pra me proteger na volta, e de fato fez isso. Mas não esperava que fosse ter tantas situações de estresse assim. Isso acaba com meu dia e faz eu ficar de cara feia e reflexivo até o dia seguinte. Complicado...

22 de Dezembro: Fui trabalhar pela primeira vez numa segunda-feira, e sinceramente, nada de mais. Foi um dia comum, só tinha uma bagunça danada no paneleiro, mas fora isso, tranquilo de mais. Agora não precisarei ir sexta, o que significa que iremos pra Cláudio na tarde do dia 24 e só voltaremos na manhã do dia 26. E é isso, não tem muito mais o que comentar.

24 de Dezembro: Véspera de Natal, mas no serviço foi osso. Isso porque a maioria foi embora 13h (já que tinha pouca gente que veio), mas eu e a Thais tivemos que ir só 14h50, já que chegamos mais tarde (10h e os que foram embora, 8h). E, ao invés de deixar na rua, fui com a mamãe num local do JD que nunca fui: subindo o morro a esquerda da escolinha. Após subir, tive que virar levemente a direita pra seguir reto, e acabei indo em uma rua bem íngreme e sem saída. Achamos que tínhamos errado, mas era ali mesmo, pois Irene (amiga da mamãe) estava com o portão aberto no meio da subida. Lugar ferrado, o que me lascou: tentei ir de uma vez (não tão rápido mas foi de uma vez), e acabei colidindo a lateral direita do corsa na parede. Deu uma rachada considerável, mas nada muito comprometedor. Porém, psicologicamente acabou comigo, pois eu não esperava isso, e acabei afobando. Na segunda tentativa, entrei de boa, mas após desligar o carro, era necessário puxar um pouco pra frente pra caber o Onix do marido da Irene. Após ficar tudo certo, eu e mamãe nos despedimos deles, mas ficou um certo constrangimento pelo que ocorreu. Enfim, voltamos pra casa e no caminho, vimos nosso primo policial Pedro. Entramos em casa, e papai me mandou um áudio. Nele, papai estava chorando, falando que foi dar feliz natal pro Samuel mas ele se desfez dele. Falou que queroa que eu passasse lá pra desejar feliz natal e me abraçar, mas não teve jeito. Eu já tinha guardado o carro e chegado fazia tempo. Então, ficamos esperando Guilherme chegar, já que tio Marcelo teve um problema com o carro e teve que voltar pra trás. Mas aí que veio mais um problema: Guilherme também teve que voltar pra trás, pois teve que buscar tia Cida em Igarapé, se não me engano. Com certeza, é praga do papai, pra gente não ir pra Cláudio. Tá queimado e repreendido em nome do Senhor Jesus, de todo mal ou qualquer coisa do tipo afetar a mim, ou qualquer membro da minha família. João Victor vai vir nos buscar, vai dar tudo certo e iremos em segurança pra Cláudio. Amém! Atualização (24/12): Acabou que João Victor enrolou falando que iria vir e não veio. Porém Tio Marcelo não perdeu tempo esperando resposta do João Victor, e veio nos buscar. Tia Cida veio junto, e nós três, fomos atrás. A viagem foi bem longa: saímos 21h30 e chegamos umas 23h30. Tio Marcelo foi bem rápido e o trânsito estava bom na BR, já que era noite e em determinado momento, esvaziou pro lado de Itaguara. Aproveitamos a véspera de Natal com eles e a minha prima Sara, comemos bastante churrasco e bebemos refrigerante. Muitas conversas e coisas boas, fomos dormir era mais de 3h. Só o começo de um grande momento!

25 de Dezembro: Hoje, foi ainda mais cheio o dia. Acordamos por volta de 8h30, tomamos café e ficamos na sala de estar. Umas 11h30, apareceu um bocado de gente: minha prima Paola e uma menininha que provavelmente é filha dela; Guilherme e sua mãe (minha tia no caso kkkk) Lizandra, além de sua mulher e sua bebê; e gente que não conheço: uma mulher chamada Yasmin (aparentemente, filha da Cida ou algo do tipo), um rapaz de uns 14 anos chamado Nicolas, uma menina de uns 12 chamada Nicole e uma criança chamada Leo, de uns 5-6 anos (provavelmente, parente de um desses dois mencionados). Ficamos tanto dentro quanto fora de casa, aproveitando sombra de uma árvore que ali tinha. A casa do Tio Marcelo é relativamente quente, já que é telha de amianto. Almoçamos 13h e pouco, comendo Pernil (invés de Peru ou Chester), com salpicão, arroz, feijão e churrasco. Tava bão de mais da conta sô! Passamos o dia e a tarde toda ali, e umas 15h50 até 17h e pouca, fiquei assistindo Pokemon Jornadas na sala perto dos quartos que dormimos. Samuel tava junto, e do lado de fora, os que não conheço tavam brincando de piscina e depois, pega pega. Ficaram passando direto dentro dali nessa brincadeira, mas enfim. 17h40 mais ou menos, fomos junto com Guilherme e sua família, para conhecer a casa da Tia Lizandra e ficar um tempinho lá. Nos despedimos brevemente de Tio Marcelo e Tia Cida, já que iríamos voltar, e fomos. Era uma casa com escadas, ou seja, bem alta. Ficamos um tempo lá e apareceu gente que não viamos a tempo: nosso primo que mais interagimos no passado Gabriel e meu primo Marcelinho. Foi bem bacana, e umas 20h, nos despedimos e fomos embora com Guilherme e sua mulher. Nos deixou lá na casa do Tio Marcelo, e pegou mais uns pedaços de pernil pra levar pra viagem a São Paulo, onde ele vai ir de madrugada com Marcelinho junto. Mais uma vez na casa do Tio Marcelo, tomamos banho lá pela primeira vez, depois sentamos lá fora na sala de estar de novo. Jantamos umas 22h e pouca: arroz temperado, churrasco, pernil e feijão. Esqueci de por salpicão, mas mamãe e Samuel puseram. Mais uma vez, top de mais. Mais cedo, tínhamos comido pudim e mousse de limão, e nessa janta, pudim de novo. Dessa vez, fomos dormir mais cedo: 00h e pouca. Foi excepcional de bom esse natal!

26 de Dezembro: Último dia em Cláudio, acordei unas 8h50, tomamos café e conversamos bastante como nos últimos dias. Tia Márcia ficou brava porque não passamos a noite na casa dela. O que é compreensível, pois provavelmente ela fez muita coisa lá e até provavelmente arrumou lugar pra gente dormir. Mas não deu, já tinhamos ido na casa da Tia Lisandra, e combinamos de voltar pra casa do Tio Marcelo. Mamãe prometeu que no Carnaval, dá pra ir lá e daremos prioridade pra casa dela. Tia Marcia disse que entende, e ama a gente do mesmo jeito (apesar de ter parecido uma desfeita). Então, dado 11h, começamos a nos trocar e ajuntar as coisas pra ir embora pra casa. Coloquei camisa do Cruzeiro, Samuel a do Cubo e mamãe, a branca. Tiramos uma foto nós 6 antes de ir, e está nas Aleatoriedades. Nos despedimos de Cida e Sara, que ficaram na casa deles. Fomos eu, mamãe, Samuel e Tio Marcelo pra rodoviária. Ficamos um tempo considerável lá, e tio Marcelo ficou junto com nós até o Ônibus aparecer e começarmos o embarque. Entramos no ônibus era 12h10, e a viagem foi bem longa. Isso porque por um tempo levei a mochila no banco do lado, mas em determinada cidade, tinha um filão pra entrar. Tentei colocar a mochila em cima, mas não coube. Então, passei pro banco que tinha uma cadeira meio deitada, pus a mochila no meio das pernas e fiquei esperando alguém sentar do meu lado. Aconteceu, e tive que ir até Betim nessa situação meio desconfortável. Paramos em uma lanchonete por 10 minutos antes do pedagio, comemos empada de frango e catupiri, além de beber coca cola zero pequena. Perto de Betim, o cara do meu lado passou pra cadeira da frente que tinha esvaziado, liberando lugar pra minha mochila novamente. Chegando no Carrefour, descemos do ônibus. Andamos pela passarela até chegar na estação de Contagem. Mas como o 1620 iria demorar passar, chamamos Uber. Porém, o Uber não passou por dentro da estação, e tivemos que dar a volta e atravessar pra pegar o Uber. Ele passou num posto pois estava na reserva o tanque, pôs 100 de etanol e deu 21L. Então, seguimos viagem, e em um certo momento, reconheci o local. Era o lugar da Petrobrás que sempre passo, e vi minha colega de trabalho e filha do Oseias Jennifer, no ponto. Após mais um tempo, entramos na nossa rua. Com isso, chegamos 15h40. Foi top de mais, espero que dê pra ir pra Cláudio novamente muito em breve!

31 de Dezembro: Hoje, eu, mamãe e Samuel, revisamos nossas metas de 2025. Cumpri quase todas, só presentes pra familia (esqueci🤦) e continuar fazendo caminhada (impossível) que não cumpri. Já Samuel e Mamãe cumpriram quase nada kkkk. E às 22h, saímos para o culto da virada na Quadrangular da baixada. Nunca tinha ido nela, é bastante espaçosa e com gente boa. Tem pessoas conhecidas também, como Honorato e Gabriel I. O culto foi bom de mais, apesar de a maioria dos louvores eu não conhecer e nem conseguir cantar por isso. Num piscar de olhos, já era 23h30, e quando o pastor achava que ainda faltava 4 minutos, faltava na verdade, 1. O relogio estava atrasado, e com isso, todos se colocaram de joelho e passaram a orar. Eu realmente me abri, pois talvez nem era pra eu estar mais aqui nesse mundo, considerando as coisas que tentei fazer em junho. Mas para a honra e glória de Deus, ali estive, e se Deus quiser, 2026 será um grande ano. Prometi a mim mesmo e para Deus, que irei comparecer mais a igreja. Vou cumprir, pois realmente preciso voltar a casa de Deus com maior frequência. Após o término do culto, fizemos ceia, e tava uma fila enorme. Comemos: pernil, salpicão, salada com frutas e arroz. Samuel e mamãe pegaram tropeiro, e antes de irmos embora, nos deram sobremesa: mousse de chocolate com chocolate branco, com uvas sem caroço no meio. Comemos em casa, pois já estava relampejando e começando a pingar. E foi isso. Adeus ano velho (2025), feliz ano novo (2026)!

3 de Janeiro: Voltando do serviço, passei no Jorge, mecânico que já tinha mexido no meu carro anteriormente. O lado direito estava fazendo muito barulho desde a leve batida no muro da Irene, o que estava me preocupando. Lá, encontrei com meu pai, que estava com um pouco de bafo de cerveja. Falou um bocado de coisas, como que eu não mando mensagem pra ele, que não tem necessidade de nós pagarmos aluguel... Enfim, um monte de coisas. Jorge olhou o carro e descobriu que a bucha do leque estourou. É algo que trocamos aquele dia, e infelizmente, foi pro saco. Vou ter que deixar o carro de noite segunda, e ir de ônibus na terça. E antes de eu ir embora, papai falou que tinha batido o carro em duas motos paradas naquela rua mesmo. Teve que pagar 800 e sei lá quanto, e provavelmente, estava bêbado. Por falar em bêbado, dentro do carro do papai, estava Jorge, que pegou uma garrafa dentro do carro que estava misturado uísque e mais alguma coisa. Enfim, me despedi do meu pai e do Jorge, e fui pra casa. Cheguei era 17h e pouca.

6 de Janeiro: Hoje, fui de uber com minha mãe. Melhor e mais confortável que de ônibus, e o motorista tinha o mesmo nome de um antigo professor de português: Osni. Chegamos na Regap era perto de 9h50 e tava começando a chover um bocadinho. Entrei, mamãe foi embora e pegou o ônibus. No serviço, eu estava bem feliz apesar de ser terça-feira, pois a entrega estava de volta. Porém, meu brilho sumiu após eu avistar de dentro do carro antes de sair, Jonathan. Sim, aquele traste caloteiro e enganador. Ele ainda teve a cara de pau de gritar: "Paulo, e aí meu amigo?!", fazendo coração com as mãos. Só olhei e dei um sorriso sem graça. Simplesmente tinha até perdido a vontade de continuar trabalhando ali. Eu já queria sair no fim de ano, mas como não tenho outro emprego engatilhado, continuei. Mas agora torço muito para que saia logo esse negócio da prefeitura, pois além de receber mais e trabalhar o mesmo tanto, ainda me livraria de um cara traiçoeiro que nem gostaria de olhar na cara. Na moral mesmo, até achei que esse maluco tinha sido demitido ou saído, mas estava afastado esse tempo todo. Mas é bom saber que segundo ele, não recebeu 13° e nem coisa do INSS. Bem feito otário 😂 e antes de abrir bandeja, não consegui evitar diálogo. Ele trocou ideia e falou isso que falei, e também falou sobre o que me deve. Disse pra eu olhar quanto que era, que agora sim, ele vai quitar os débitos. Até parece, só fico aguardando. Mas agora também fodase, na época é que eu precisava pros trem que eu gastava. Agora eu tenho até mais de 1000 reais guardados. Qualquer dinheiro que ele mandar é merreca pra mim agora. Quero que ele tome bem no meio do cool dele. E indo embora, meu pai realmente veio me buscar. Estava bêbado e fumando, ficou falando que caiu da laje e bateu as costas, chorando. Mas ainda sim, veio me buscar, e ficou falando um monte de coisas sobre a casa e tal. No caminho, fiquei temeroso, pois como ele estava bêbado, estava fazendo mais barbeiragens que o padrão. Já na rotatória da regap, chegou avançando e quase bateu no carro que vinha da direita. Papai mandou o cara seguir. O cara fez o mesmo, e papai demorou ir por conta do engate do corsa dele estar péssimo. Depois, perto da rotatória do Petrovale, ficava quase invadindo a contramão e grudando absurdamente na traseira de outros carros. Os que ultrapassavam ele, ele xingava e acelerava pra alcançá-los. Paramos no Jorge, onde olhamos o meu carro. Ele estava levantando e sem o pneu direito, e Jorge e o outro vieram conversar conosco. O outro perguntou se eu era filho de uma tal de Laura, e papai falou que ela era lixo e passado. Falou de quem sou filho, minha mamãe querida Duite. Aí, papai deu uma bebida misturada com pinga pro Jorge, e e bebeu um pouco também. Discutiu com o Jorge, dizendo que o preço que ele tava cobrando era abusivo. Como não sei muito, não posso opinar. Mas o importante é pagar logo esses trem. Antes de irmos, Jorge falou que papai tava com escopeta e outras armas, e que ele tem 4 homicídios nas costas. Se é verdade ou não, só Deus sabe. Afinal, os dois beberam. Após sairmos dali, demos uma breve parada no Danilo, pra verificar o Escort. Então, após mais de 50 minutos que saímos da REGAP, descemos o morro da baixada. Viramos a esquerda e finalmente, pude entrar em casa. Provavelmente, meu pai deve ter me visto entrando. Mas tanto faz, o que importa é que cheguei são e salvo, e que tudo está bem comigo e com minha família.

7 de Janeiro: Exatamente um ano daquele fatídico dia em que eu e meu pai tivemos ânimos exaltados, e como ele estava sendo agressivo com a mamãe, peguei no impulso uma faca pra ameaçar ele. Impressionante como as coisas mudam né? Na época quase fui expulso de casa, e com o passar dos meses, eu e meu pai voltamos a conversar e ficar de boa. Papai e Samuel estavam mais de boa, apesar de não ter muita interação entre eles. Passado um ano disso tudo, eu e meu pai continuamos bem, sou quem ele mais fica querendo conversar. Samuel não quer ver ele nem pintado de ouro, e meu pai, tá bem irritado com Samuel. Se ainda morássemos juntos, provavelmente ele já teria expulsado meu irmão. E hoje, na hora de ir embora, fui junto com Gorete pra fora da Portaria 1. Meu pai estava lá, mas tinha uma presença indesejada: uma mulher, a mesma que vi na casa da vovó quando fui lá. Bom, acabei indo espremido com Gorete atrás, pois eu estava com a cesta de natal que ganhei atrasado. Papai mais uma vez, estava relativamente bêbado, e dirigindo como um doido. No meio do morro perto da borracharia, papai acabou deixando o carro morrer pela perda de potência por conta de um veículo lento a frente. Com isso, o carro de trás ultrapassou a gente, e papai conseguiu ligar e arrancar o carro. Porém, ao invés de seguir numa boa atrás do carro da frente, ele tentou ultrapassar no meio do morro, e um carro vindo do lado contrário, vinha. Sorte nossa que ele estava devagar, dando tempo do meu pai voltar pra mão e finalizar a barbeiragem. Porém, eu e Gorete ficamos de olhos arregalados e receosos. No ponto do Arrastão, desci pra Gorete poder sair, e aí, fomos no Jorge de novo. Fiz o pix no valor de 160 pra ele, e amanhã, as peças devem chegar e o meu carro finalmente ficará pronto. Assim, não precisarei me preocupar em voltar com o maluco do meu pai. Enfim, pegamos o carro, passamos mais uma vez no Danilo, que foi altamente xingado por meu pai. Foi até ameaçado, falando que se não ficasse pronto, ele chamaria a policia pra ele. Aí, descemos o morrão, e meu pai foi igual uma lesma, até parar a direita pra trocar ideia com alguém. Graças a Deus, faltava pouco pra chegar em casa e me sentir seguro. Pouco depois disso, descemos e viramos na rua de casa. Meu pai me deixou pouco antes do José Wanderley, me despedi dele e da mulher, e finalmente fui pra casa, onde mamãe esperava por dentro do portão. Enfim, graças a Deus, cheguei mais uma vez são e salvo!

8 de Janeiro: Foi só eu falar daquela treta com meu pai no início do ano passado, que acontece algo igual. O dia corria bem e sem estresse, mas assim que pus meu pé fora da portaria 1, tudo mudou. Meu pai demorou mais de 20 minutos pra chegar, e ainda quis levar o carro até o Arrastão, mesmo estando meio bêbado. Ao chegarmos, Gorete teve uma infelicidade: Acabou tropeçando e caindo na calçada ao sair do carro. Graças a Deus, ela não machucou feio, mas foi uma situação complicada. Após isso, achei que ele ia continuar dirigindo, pois foi o que ele disse que faria até a casa da vovó. Porém, ele falou pra eu pegar o carro e dirigir, só pra ele fumar e me causar estresse logo em seguida. Virei a direita, e ele achou ruim, mesmo sendo um bom caminho pra casa da vovó. Tive que parar porque meu pai avistou o Jorge e tava resolvendo algo com ele. Aí, meu pai queria que eu parasse na rua do Jorge, sendo que seria mais fácil ele descer do carro, ir lá e retornar onde eu estava. Aí, ficou puto e deixou pra resolver os trem mais tarde. Com isso, preferi ir mais a frente, virando na rua do Danilo. Mais uma vez, reclamou: "pra quê dar essa volta toda? Era só virar na de trás!". Aí já ficando bem nervoso com a encheção de saco, respondi: "o carro é meu eu faço o que eu quiser! Tá pegando o boi!". Aí pra ele, foi a gota d'água, pois mandou eu parar do nada enquanto subia a rua. Aí os ânimos se exaltaram de vez: ele já começou abrindo a porta antes mesmo de eu parar totalmente. Falou enquanto descia: "Carro é seu né? Então vai tomar no 🆒️, enfia esse carro no seu 🆒️". Aí, ele bateu forte a porta do carro, me deixando bem incomodado e com vontade de descer do carro pra esmurrar ele. Antes de arrancar, com ele já descendo a rua de costas, gritei: "VAI TOMAR NO SEU 🆒️ SEU ARROMBADO!". Arranquei o carro rapidamente, desci o morro da baixada, fiz a conversão a esquerda e cheguei na rua de casa. Mamãe me esperava, estacionei o carro no lugar de sempre, e falei com a mamãe sobre toda essa situação. Eu ainda estava bem nervoso, xingando pra caramba meu pai. Suponho que ele estava fazendo o mesmo, então tudo certo. Só sei que não quero ver a cara desse sujeito nem que me paguem uma bolada, pois se eu ver, o bicho vai pegar. Talvez eu até espanque esse pedaço de 💩. Enfim, início de ano já começou meio tenso. E pensar que tudo isso poderia ter sido evitado se eu simplesmente tivesse entrado com cautela na garagem da Irene...🤦

10 de Janeiro: Hoje, o dia ia tranquilo, porém, na hora de ir embora, notei um som estranho vindo do lado direito. Achei que poderia ser só uma pedra ou algo assim, mas enquanto eu dirigia, um motoqueiro me alertou que o pneu estava furado. Aí, já comecei a ficar apreensivo. Perto de entrar no posto, outro motoqueiro falou a mesma coisa, e eu respondi: "É eu vi, vou parar aqui no posto". Aí, fiquei no canto direito, onde não incomodaria ninguém. Perguntei pra uma frentista se eles trocavam pneu, mas falou que não. O jeito era borracharia, mas a mais próxima fica no Petrovale (extremamente longe). Aí, não me sobrou outra opção: tive que ligar e chamar meu pai. Achei que ele não iria querer ajudar, dada a situação que ocorreu dias atrás entre nós. Mas ele veio. Era 16h47 quando pedi ajuda, e 17h20, ele chegou. Começamos os procedimentos: chave de roda, macaco... Porém o terreno era péssimo, por conta de areia. Com isso, tive descemos o carro, puxei um pouco pra frente e saímos da areia. Aí sim, conseguimos levantar o carro de forma segura e consequentemente, trocar o pneu pelo estepe. Sozinho, eu não conseguiria, pois pelo que notei, precisa de bastante força pra girar tanto a chave de roda (pisamos com o pé apoiando todo nosso peso pra conseguir rodar) quanto o macaco (precisa de bastante força também). Enfim, pai ajudou, agradeci e ele falou que Independente de qualquer coisa, se eu, Samuel ou até a mamãe precisar, ele vem ajudar. Entramos em nossos carros, fui na frente, e papai, atrás. Chegando no morro da quadra, paramos nossos carros em fila dupla, e nos despedimos. Teve dois carros que passaram quase subindo no meio fio pelo lado do meu pai. Enfim, eu desci o morro, e meu pai, subiu e foi pra esquerda, pra ir na borracharia ver o pneu dele. Cheguei em casa era quase 18h, aproximadamente 17h50.

12 de Janeiro: De tarde, por volta de 14h30, eu e mamãe fomos trocar e encher o pneu. Iríamos no Bicão, mas tinha uma van bem na porta. Com isso, preferi pegar o morro do Neemias, dobrar, e sair no morro da quadra. Assim, fui para a borracharia de cima: Ebenezer. Estava fechada, e eu lá ia embora. Mas aí, mamãe notou um velho vindo, muito parecido com o borracheiro dali. E ela ele mesmo. Com isso, dei ré, e parei em frente. Com isso, o borracheiro consertou meu pneu, substituiu o estepe por ele e ainda deu uma melhorada no estepe, e por fim, calibrou meus 4 pneus. E dessa vez, invés de 35, foi 25. Bom de mais, e aí, fomos embora pra casa. Chegamos umas 15h30. 

13 de Janeiro: Só pode ser brincadeira: mais uma vez o pneu furou. Dessa vez, o direito de novo, mas o da frente. Quando eu lá ia ligar o carro, um cara passou e me alertou. Exclamei: "De novo?!". Sai do carro, olhei, e estava até mais vazio que o outro que troquei recentemente. Com isso, tivemos que ir de ônibus, pois atrasaria de mais fazer os procedimentos, fora o risco de não conseguir colocar corretamente as coisas. Mas isso só pode ser um olho gordo, mal olhado. Mais de 6 meses dirigindo e nada de pneu furar. Aí, fura duas vezes em sequência? Tá repreendido em nome do Senhor Jesus! Mas a partir de amanhã, assim que consertar mais uma vez, nenhum mal aflingirá meu carro e nem minha família. Amém!

14 de Janeiro: Indo embora do serviço, caiu um legítimo pé d'água. Começou a chover muito e ventar também. Uns relâmpagos também estavam visíveis. Ainda sim, resolvi seguir, e minha visão ficou bem comprometida pelo volume de água, que apesar de estar limpando com os parabrisas, estava embaçando pra dedéu. Parei no posto, pois queria por gasolina ali. Fiquei um tempo ali, aí veio um frentista falar que iam esperar a chuva abaixar. Após diminuir um pouco, vieram nos atender. Coloquei 50 de gasolina, e após isso, fui com o carro embora. A chuva seguia, e acabei me descuidando e passando rápido na maioria delas, e em alguns quebra-molas também. Só sei que, na ponte, exagerei e fiz algo perigoso (só soube que era quando cheguei em casa e pesquisei): fui bem rápido, pra evitar que o carro da frente entrasse na ponte antes de mim. Voou água pra krl. Enfim, peguei o caminho de sempre, mas ao invés de descer o morrão todo, dobrei na rua do Neemias. Pro meu azar, vinha um carro dessa rua querendo subir. Aí, realizei a conversão primeiro, e quase raspei no carro do maluco (rua estreita). Mas graças a Deus, cheguei são e salvo em casa. O problema é que o carro não para de apresentar problemas: ao estacionar na rua de casa, vi que o parabarro estava meio solto. É cada coisa viu... mas como minha mãe disse: carro é igual gente, pode estar bom num momento e noutro, não. E é isso.

16 de Janeiro: O Jonathan (devedor) apareceu no vestiário quando eu tava morcegando (era umas 12h), e me deu um iogurte. Perguntou se eu queria coco ou morango. Escolhi o de morango, mas não tomei. Esperei ele sair do vestiário, e como sou calmo e calculista, avaliei o produto. Notei que estava vencido há um dia: 14/1. Além disso, considerando que ele me deve, não duvidaria dele fazer algo comigo através desse iogurte. Além disso, por volta de 15h30, Jonathan esteve conversando com a menina que tava estendendo bandeja comigo, aí ele pediu o número dela pra um trem do banco dele, aí depois dele sair, tinha outras duas que também estavam estendendo bandeja, e a irmã da Glaucia perguntou se eu tinha emprestado dinheiro pra ele mesmo, disse que sim e bastante e há meses, aí ela disse que emprestou 50 pra ele e também não recebeu de volta. As outras falaram que não vão emprestar se ele pedir também, pelo jeito, esse Jonathan é um golpista. Mas ele não vai ficar impune não. A justiça humana falha, mas a de Deus não. Ele vai ter o que merece no devido momento. E não, não é uma ameaça, é um fato. Chegando em casa, mostrei o iogurte pra mamãe, e como ela já sabia dos fatos, falou que realmente era melhor descartar. Eu sou um cara inteligente, não vou cair em furadas se eu sentir que pode ser arriscado. E das 19h até as 22h e pouca, ficamos sem luz. Foi repentino e bem incomodo, mas finalmente foi consertado na parte final da noite. E foi isso por hoje! 

22 de Janeiro: Hoje foi um dia bem cheio. A começar pela minha volta pra casa por volta de 16h30. Descendo o morro antes da rotatória pro Petrovale, percebi algo no meio da rua. Aparentemente, um cachorro morto, com as tripas expostas no solo. Tava bem feio, mas assim como todos, desviei e segui caminho. Pouco após subir o morro da borracharia Ebenezer, um maluco veio ultrapasando. Passou o carro de trás que estava me seguindo desde que sai do posto de gasolina e aí, achei que ia parar atrás de mim, já que vinha outro carro na contramão. Porém, ele não freou, e eu que tive que reduzir pro bonito voltar em segurança pra mão. Mas passou bem perto de bater. Cheguei em casa por volta de 16h50, e na parte da noite, Nunes quis conversar mais comigo. Dessa vez, me mandou dois nudes, e ainda me pediu 15 real emprestado. Mandei pra não ser tão sovina e insensível. Enfim, foi isso por hoje!

25 de Janeiro: 5h, acordei com queimação e subindo na garganta. Tive que acordar a mamãe, pois minha mochila com remédio estava lá fora e eu não sabia onde mais tinha remédio. Após tomar remédio, fiquei cerca de 30 minutos em pé, fui até a mamãe falando que melhorou, aí sim deitei e coloquei o travesseiro duro debaixo do macio, pra ficar mais alto e evitar mais refluxo. Acabou que dormi, e a azia finalmente largou do meu pé. Quanto a ontem, esqueci de escrever que teve uma chuva bem potente quando eu tava indo embora 16h e pouca, o que fez eu esperar um tempo dentro do carro. Molhei bastante a capa, o banco, a calça e o sapato (passando em poças). Após uns 10 minutos, a chuva praticamente cessou, e eu pude ir em paz pra casa. E é isso.

28 de Janeiro: Depois de quase um ano do PES Sulamericano V2 2025, atualizei, melhorei e lancei às 12h, a V1 de 2026. Espero que seja um sucesso de downloads e views! E sobre a vida pessoal, eu tive duas situações complicadas no trânsito hoje: uma caminhonete parada esperando um caminhão entrar na direita num local de trânsito rápido (descida depois do posto de gasolina), aí tive que dar uma freada forte pra não bater. E depois, bem na entrada do morro antes da borracharia, um carro parado com cones e uma escada. Não sabia se dava pra ir ou não, mas tive que arriscar. Graças a Deus, o carro que vinha no sentido contrário estava bem devagar, e parou pra eu finalizar a movimentação com o veículo. Ainda por cima, tinha outro carro com escadas mais acima, fazendo eu desviar mais uma vez, mas pelo menos, com visão a frente. Tinha também, caminhões trancando a rua onde desço. Tive que ir um pouco mais a frente e aí sim, descer. Além disso tudo, esqueci de mencionar os apressadinhos me cortando: dois, um antes do posto, e outro, onde vende côco. E foi isso por hoje, o estresse de cada dia!

Atualização (29/01): Com apenas um dia, meu PES Sulamericano tem sido um sucesso. Mais de mil visualizações, bastante likes, comentários e downloads. Top d+!

Atualização (31/01): 2 mil visualizações em menos de 1 semana... Impressionante que meus mods sul-americanos hypam!

3 de Fevereiro: Saímos eu, mamãe e Samuel 7h40, rumo a barbearia do Renato. Fui dirigindo, e graças a Deus correu tudo bem. Só aconteceu umas situações meio complicadas: carro pegando em alguns quebra-molas, e antes de descer e chegar no Renato, uma idosa ia atravessado devagar a faixa, e quando me dei conta, freei bruscamente e evitei o atropelamento. Eu estava de terceira marcha, e apesar de frear bruscamente, não deixei o carro morrer e nem subi na faixa. Após isso, desci e estacionei o carro um pouco a frente do Renato, pois em frente a ele, estava alguns veículos já. Tempo estava bem escuro e deu uma chuviscada, mas após cortarmos e ir embora, não choveu nem um pouco. Enfim, graças a Deus, a ida e volta do centro da cidade foi tranquilo e em segurança. Entrei na rua do José Wanderley achando que Samuel iria querer retornar pra casa, mas ele resolveu vir junto comigo e mamãe para meu trabalho. Pegamos o caminho de sempre, e o caminho habitual pra mim e Samuel, se tornou conhecido por meu irmão. Há a possibilidade de se tornar um local comum pra ele também, pois ele entrou de férias dia 2 e disse que talvez viria trabalhar comigo. Estou só no aguardo para pegar o currículo dele e passar pra chefe, pois além de ser um trabalho mais tranquilo que BH, o horário é mais favorável também. Enfim, fui trabalhar e me despedi dos dois, que pegaram ônibus e foram pro Itaú Shopping aproveitar suas férias (mamãe no fim, dia 4 acaba e Samuel acabou de começar). Indo embora do serviço, tinha uma kombi funerária andando igual uma lesma, e tive que ir atrás desde o posto TNE até a descida para a quadra e antiga rua de casa. Pensei em cortar mas quase sempre estava desfavorável e arriscado, então segui pacientemente atrás. Na ponte, eu lá ia ir, mas vi que o caminhoneiro não iria parar. Tive que parar na borda da ponte, e como estava com água, o caminhão passou e jogou um pouco de água em mim, que estava com o vidro totalmente aberto. Último detalhe interessante foi antes de dobrar a rua do Neemias, pois vi meu primo policial Pedro. Não sei se ele me viu, mas vi ele e estava fardado. Descendo o morro, aproveitei um FIAT 147 convertendo pra esquerda, e fui me enfiando junto com ele. Graças a Deus, cheguei em segurança na volta, assim como orei. Glória a Deus sempre!

7 de Fevereiro: Hoje, foi um dia tenso e atipico. Por volta de 00h, após escovar os dentes, notei que minha barriga tava meio grande de mais. Relevei, mas após eu deitar pra dormir... Começou um dia complicado. Gases que pareciam não diminuir, arrotos constantes com gosto do pão de queijo que comi. Por volta de 3h e pouca, vi que não daria pra continuar e acordei a mamãe. Ela me deu soro, bicarbonato e remédio pro estômago. Em determinado momento, achei que fosse vomitar, pois a boca encheu de água e babei pra caramba na pia. Porém, não saiu vômito algum. O que aconteceu, foi só diarreia. Após um longo tempo de atenção, perto das 5h, melhorei e fui deitar. Acabei dormindo, mas dormi muito pouco: 7h e pouca acordei pra soltar o barro. Mamãe acordou e viu, aí falei que não teria como trabalhar do jeito que estava. Por volta de 8h50, eu e mamãe fomos pro hospital, pra eu pegar atestado e não receber falta. Fui dirigindo, e graças a Deus, foi tudo tranquilo. Ficamos um tempo considerável esperando: 9h20 até 11h e pouquinha. Wesley estava lá, me cumprimentou e cumprimentou mamãe. Ele chegou depois mas foi atendido primeiro. Em contrapartida, ele garrou lá no consultório, e eu em menos de 5 minutos, recebi a receita e o atestado. Fomos embora, e graças a Deus, chegamos sãos e salvos em casa. Até aí beleza. Mas por volta de 21h, ouvimos mamãe vomitando bastante no banheiro, e ficando bem ofegante. Ficamos bem preocupados e demos suporte. Samuel de nervoso, arranhou a própria testa e arrancou sangue. Falamos que tínhamos que ir pro hospital, mas mamãe não quis. Falei que se vomitasse de novo, iríamos na UPA. Falei até com papai no Whats, e ele mostrou preocupação e se ofereceu pra nos levar até a UPA. Porém como eu disse, mamãe não quis, pois achou que seria perda de tempo e resolveria nada. Mais cedo, mamãe também tinha vomitado, mas eu nem tinha percebido. Com toda certeza, o que caiu mal em nós foi o pão de queijo. Isso porque todos nós comemos, e aparentemente, era o de requeijão em específico. Essa conclusão foi feita de acordo com o que mamãe e Samuel comeram: pão de queijo com pernil mais cedo: nada. Com requeijão: eu fui o primeiro a passar mal, mamãe segunda e ficou pior que eu, e Samuel, ficou com queimação. No momento em que escrevo (23h45), tá tudo tranquilo, e estamos nos recuperando. Se Deus quiser, essa intoxicação alimentar ou sabe se lá o que foi, vai sumir de nossas vidas! Amém!

Atualização (08/02): Graças a Deus, eu e minha família nos recuperamos dessa situação horrível de diarreia e desconfortos estomacais. Que isso não se repita tão cedo novamente!

10 de Fevereiro: Hoje fui forçado a ir na casa do vovó e ver ela e o pai. Foi tranquilo até aí, já que teve muito assunto, foto da vovó quando era criança junto com a mãe e o pai dela, e ligação da Dira. Acabei ficando mais do que eu queria, pois era 16h40 quando cheguei e queria ficar só até 17h e no máximo 17h30. Acabou que fiquei até 18h, tive que cumprimentar Lucas, tio Edilson e Gustavo. Igual eu disse, tranquilo até aí. Mas ao eu dar carona a meu pai até a Magalhães, esse bebum e drogado fez eu ter que virar o carro num espaço tremendamente minúsculo. Era pra eu parar no ponto da Magalhães, mas tinha dois desgraçados no meio da rua: uma de carrinho de mão, a outra só andando mesmo. Aí veio uma van subindo do lado contrário, que não parou. Eu também não parei, e quase rolou uma batida ou acidente com a pessoa do carrinho. Por conta disso, tudo aconteceu. Se não fosse essas duas pessoas, eu teria parado ali e picado o pé sem ter que girar o carro. Eu nem queria, fui forçado porque disse que pegaria o morro. Meu pai, falou: "não, gira aqui". Não tinha entendido inicialmente, o que fez eu trancar o trânsito que já era estreito por conta da vastidão de veículo. Quando finalmente entendi que era pra girar, o fiz e fiquei muito irritado. Falei pra ele sair logo do carro e ele se despediu normal, mesmo eu sendo bem rude e grosseiro com ele. O Danilo, mecânico dali, viu tudo e tava com cara de sem graça. O cara do último carro que tranquei na manobra, passou resmungando e olhando. É por conta de situações assim que acabo sendo visto como ruim de roda! Tomar no meio do rabo do meu pai, na moral mesmo! Fiquei tão irritado que ao chegar no portão de casa, me embananei todo e não conseguia colocar a chave certa. Chamei a mãe no Whats falando pra abrir logo, e quando consegui abrir, ela veio. Acabei chegando a mais do meu limite de impaciência e raiva, e acabei falando: "Vai cagar sô." Osso, tudo isso por causa de um pequeno detalhe. Impressionante que quando ando com meu pai de carro, tudo dá errado e sempre parece que sou um motorista novato🤦🤬...

14 de Fevereiro: Fomos mais uma vez, pra Cláudio. 11h e pouca, Guilherme chegou junto com Tio Fumaça num Palio antigo branco. Colocamos nossas coisas no porta-malas, e fomos nós três atrás. Foi uma longa viagem, e deu pra ver que Guilherme dirige muito bem. Após mais de 2 horas, chegamos em Cláudio na casa do Guilherme por volta de 13h30. Tive que faltar no serviço, já que não deu pra pagar dia e mamãe e Samuel estavam livres (recesso com carnaval e ferias). Pouco após entrarmos na casa do Guilherme, Tio Marcelo veio junto com Cida e Sara. Ficou bem cheio! Enfim, é aproveitar ao máximo agora! Atualização: chegou ainda, Paola e seus filhos: Leo e a menina não lembro o nome. Ela tirou foto comigo, Samuel e mamãe e nos adicionou no WhatsApp. Tio Marcelo e Guilherme assistiram o jogo do Atlético na TV, e eu, o do Cruzeiro no quarto de visita. 23h, já tinha só quem ia ficar mais tempo: eu, tio Fumaça, mamãe e Samuel, além dos moradores da casa. Dormimos por volta de 00h30.

15 de Fevereiro: Mais um dia bacana em Cláudio. Na parte da manhã, tomamos café com pão sovado e queijo. Após um tempo com Guilherme e sua família, mais uma vez Tio Marcelo e sua família vieram. Por volta de 14h30, saímos com ele e sua filha Sarah de carro, rumo a cachoeira de Cláudio. Chegando lá, estava lotado de carro. Foi difícil achar vaga, mas achamos. Indo para dentro da região, vimos que tava lotado de gente também. Na água, entramos só os pés. Mas pra tirar foto, tivemos que ir um pouco mais a frente, mas fomos só aonde sabíamos que era raso. Tiramos a foto, junto com outras que estarão nas aleatoriedades. Após pouco mais de 1 hora ali, 15h e pouca fomos embora. Porém, paramos numa rua de terra, que estava fedendo pra caramba por com certeza, ter bicho morto ou restos. Não percebemos onde era, mas aonde o carro parou, cheiro tava insuportável. Tio Marcelo saiu pro meio do mato pra pegar frutas. Nós três, descemos pra baixo pra sair do fedor e explorar a região. Tinha bastante mato e um cavalo no meio do caminho. Quando chegamos perto, o cavalo saiu e desceu. Samuel começou a pegar frutinhas e lançar em mim e na mamãe. Acabou virando guerra, com a mamãe também pegando frutinhas e lançando nele. Sarah entrou na brincadeira também, ficando do lado da mamãe e tacando frutinha no Samuel. Foi bem divertido e hilário. Após um tempo nisso, Tio Marcelo veio com dois tipos de fruta diferente: araticum, pesada e com sabor bem agradável parecendo mistura de abacaxi e manga; e pequi, que parece apenas manga. Gostei mais do araticum, e ambas, eu não conhecia. Mesmo tendo 22 pra 23 anos, tem muita coisa pra conhecer ainda. Enfim, percebemos que o fedor estava logo ao lado do carro: pele em decomposição de boi, e uma ossada. Entramos no carro e fomos embora, retornando a casa de Guilherme e sua família. Foi um dia bacana e bem tranquilo, e na parte da noite (umas 21h), veio um parente da mulher do Guilherme. É um cara bem gente boa, que trocou ideia comigo e Samuel. Pelo que entendi, era pai dela. Enfim, umas 22h e pouca, estava mais uma vez só nós 7 (8 se contar com a filha do Guilherme). Dessa vez, tio Fumaça deitou pra dormir e eu e Samuel, seguimos acordados no escuro até 2h e pouca da manhã. Eu, porque estava fazendo minha Light Novel (Legends World). Samuel, por estar jogando Dark Souls no celular desde 23h. Enfim, mais um dia top em Cláudio.

16 de Fevereiro: Último dia em Cláudio, tomamos café igual ontem (pão com queijo, mas também biscoito de polvilho), e mais uma vez, tio Marcelo e sua família apareceram. Paola e seus filhos também deram as caras. Após muito papo com tio Fumaça sobre nosso tio Marcinho, que era bem criminoso no passado mas mudou de vida, fui pro quarto. Arrumamos nossas coisas, e por volta de 11h30, tiramos foto em conjunto, e nos despedimos de todos. Assim como no final do ano, Tio Marcelo nos levou até a rodoviária. A diferença é que Tia Cida foi junto dessa vez. Após um tempo conversando, o ônibus chegou, e nos despedimos dos dois. O ônibus era outro dessa vez, pois tivemos que por a bagagem embaixo, pois dentro do ônibus era bem curto. Em contrapartida, a janela era bem maior. Como da última vez Samuel sentou com mamãe, agora eu que fui com ela. Samuel foi sentado sozinho, mas estava do nosso lado. Era 12h20 mais ou menos, quando partimos. Após boa parte do percurso ser concluído, paramos 13h e pouca pra lanchar. Samuel não quis, então só eu e mamãe descemos. Eu e ela fomos no banheiro, e na lanchonete, compramos dois pastéis de carne moída e dois refrigerantes pequenos (Coca Cola Zero). Mamãe apenas comeu o pastel, Samuel tomou apenas refrigerante (já que mamãe não quis). Após mais um longo percurso, chegamos em Contagem, onde descemos e pegamos nossas bagagens. Era 14h50 aproximadamente, e após andarmos um pouco, ficamos no mesmo lugar que pegamos Uber no fim do ano. Um Voyage prata, nos buscou e nos levou até nossa casa. Chegamos era 15h40. Foi top de mais! E com certeza, vai virar rotina ir pra Cláudio. No aniversário da filha do Guilherme (abril), vamos dar um jeito de ir lá, já que Lisandra nos convidou. E é isso! 

ALEATORIEDADES























































































































































FOTOS























Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Relembrando Pt.16

Mais de 3 meses da parte 15, então, bora para a parte 16 dessa série vitalícia (Relembrando). ACONTECIMENTOS 20/02/26: Aniversário do meu irmão Samuel! Que Deus continue o abençoando, com muita saúde, paz, felicidades e sucesso. Na parte da tarde, mamãe encontrou meu pai, que deu presente para ela entregar pro Samuel. Era uma camisa e uma bermuda do Cruzeiro. A camisa Samuel não quis, e me deu. É um uniforme alternativo do Cruzeiro, com número e nome do Kaio Jorge. A bermuda ele quis. E por volta de 17h20, saímos na rua para buscar o bolo, os salgados e os doces. Enquanto esperávamos para atravessar, um carro da direita parou, respeitando a faixa. Na nossa esquerda, um carro também vinha. Como não sabíamos se ia parar, não atravessamos imediatamente. Como parecia estar vindo devagar, minha mãe ia começar a atravessar. Nisso, o carro quase atropelou ela, que foi puxada por Samuel. O carro então, freou bruscamente em cima da faixa. Seguimos então, com nossa travessia, enquanto Samuel dis...

Relembrando Pt.14

  Demorei mais do que o padrão, mas eis aqui, mais um relembrando. ACONTECIMENTOS 04/07/25: Passei na experiência, mas agora o ambiente não está tão hostil quanto antes. Além disso, depois de ver meu saldo no Inter, fiquei animado. Acho que posso aguentar pelo menos uns 6 meses nesse emprego. Vou tentar, chega de pensamentos suicidas. Quando chegar minha hora, é isso mesmo. 07/07/25: Na noite de ontem, falamos com Samuel sobre eu colocar meu dinheiro na conta dele, e ele me repassar. Porém ele não quis, e isso me deixou irritado e deixou a mamãe também. Vi que não dá pra confiar muito nele, pois está se mostrando extremamente egoísta e mesquinho. Se ele um dia precisar de mim numa situação parecida, irei pagar na mesma moeda. E hoje, eu e mamãe fomos mais uma vez pro centro de Ibirité. Lá, finalmente resolvemos o meu problema: o dinheiro que estava lá na conta salário, foi sacado. Estava dando erro tentando retirar da conta salário, mas passamos pra conta corrente após eu pesquisar...